O troço abre à circulação no dia 15 novembro. O transporte rodoviário de substituição mantém-se entre Mira Sintra-Meleças e Torres Vedras, onde a circulação ferroviária continua suspensa.
A circulação ferroviária entre Torres Vedras e Caldas da Rainha, na Linha do Oeste, será retomada no próximo dia 15 novembro na sequência da conclusão dos trabalhos de recuperação da infraestrutura ferroviária afetada pela tempestade Kristin e pelas intempéries que se seguiram.
A reposição das condições de segurança e operacionalidade implicou a realização de trabalhos de estabilização de taludes, recuperação da plataforma ferroviária nas zonas afetadas e reposição da via, complementados pelas verificações técnicas e de segurança necessárias à retoma da circulação.
Com a conclusão destas intervenções será restabelecida a circulação ferroviária entre Torres Vedras e Caldas da Rainha, permitindo aos passageiros retomar as suas deslocações de comboio, com uma oferta de serviços semelhante à disponibilizada antes da interrupção, cuja informação será disponibilizada brevemente.
Recorde-se que a circulação ferroviária neste troço estava suspensa desde 28 de janeiro de 2026, devido aos danos significativos provocados pelas condições meteorológicas adversas. A recuperação da Linha do Oeste tem vindo a decorrer de forma faseada. No dia 23 de fevereiro foi concluída a intervenção no troço entre o Louriçal e a Figueira da Foz, com cerca de 24 km de extensão. Menos de um mês depois, no dia 16 de março, foi reaberto o troço entre as Caldas da Rainha e o Louriçal, com uma extensão de 86 km. A conclusão dos trabalhos entre Torres Vedras e Caldas da Rainha, com 41 quilómetros, permite alargar a extensão da infraestrutura ferroviária recuperada e disponível para circulação.
Mantém-se suspensa a circulação ferroviária entre Mira Sintra-Meleças e Torres Vedras, continuando a ser assegurado o transporte rodoviário de substituição neste troço. Os horários deste serviço serão ajustados para garantir a articulação com os horários dos comboios e a continuidade das deslocações dos passageiros.
A Infraestruturas de Portugal e a CP - Comboios de Portugal agradecem a compreensão dos passageiros pelos constrangimentos causados durante o período de interrupção e reafirmam o seu compromisso com a segurança e a qualidade do serviço prestado.