O património sob gestão da Infraestruturas de Portugal é vasto e resulta da necessidade de aquisição, para construção ou remodelação, de linhas ferroviárias e de outras infraestruturas a elas associadas necessárias para exploração do sistema ferroviário.
Sendo um património que começou a ser adquirido e construído há mais de 150 anos, tendo em consideração as sucessivas alterações ao nível de retificação de traçados, alterações de uso, encerramento à exploração e áreas sobrantes resultantes dos processos expropriativos, existe, nos dias de hoje, um vasto conjunto de bens disponíveis para valorização.
Uma das possibilidades consiste na alienação, mediante alguns condicionalismos:
Face à legislação vigente, podem-se descriminar as seguintes etapas do processo: negociação, assinatura de contrato promessa de compra e venda sob condição resolutiva, desafetação e elaboração de escritura de compra e venda.
Tendo em consideração os condicionalismos e o procedimento definido na legislação vigente, existe património (terrenos e edifícios) que, não sendo necessário para a exploração ferroviária, se encontra disponível para alienação.